Morreu, aos 88 anos, o poeta e ensaísta António Ramos Rosa, um dos nomes cimeiros da literatura portuguesa contemporânea. Exemplo de uma entrega radical à escrita, como talvez não haja outro na poesia portuguesa contemporânea, nasceu em Faro em 1924 e deixa uma vasta obra com cerca de uma centena de títulos, traduzida em várias línguas.
(Fotografia de Gisela Rosa, out.2008)
No início de setembro tinha doado à autarquia de Faro o espólio relativo ao percurso académico e literário, assim como várias distinções. Os bens do poeta ficam sob alçada da Biblioteca Municipal de Faro, a que Ramos Rosa dá nome.
Mais informações em : http://www.publico.pt/cultura/noticia/morreu-antonio-ramos-rosa-1606787

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