Da crónica como um 'lugar estranho', a "meio caminho" entre o jornalismo e a literatura, falou também, reconhecendo haver nela uma arte, "em alguns casos, uma arte maior", mas "sempre uma arte efémera e voraz, prisioneira do tempo e das circunstâncias".
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http://visao.sapo.pt/entrevista-a-manuel-antonio-pina=f692243Mais informação em:
http://expresso.sapo.pt/a-cronica-e-sempre-uma-arte-efemera-e-voraz=f761203#ixzz29nFJcDrt

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