
O projecto levou precisamente um ano a redigir, depois de uma «investigação de anos» que a escritora fez para se colocar ao corrente do quotidiano de transição do século XVIII para o XIX, o período que a marquesa viveu, e também para ler parte da sua correspondência. A autora escolheu as cartas que «dizem mais respeito ao quotidiano» da marquesa e «à vida familiar», e optou por as editar «para melhor perceberem aquela linguagem muito marcante do século XVIII», justificou.
«Do que há na Torre Tombo, um espólio de mais de 170 pastas, eu li cerca de 10 por cento, há ainda muito para descobrir. Aproveitei para editar cartas que estavam inéditas. Ao fim de algum tempo, depois das dificuldades iniciais, já conhecia a caligrafia da marquesa onde quer que a encontrasse», disse.
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