quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Google homenageia Mark Twain

O Google lembra hoje o escritor norte-americano com um Doodle de Tom Sawyer, a personagem mais mediática criada por Mark Twain, cujo aniversário se comemora hoje.
Mark Twain (cujo nome verdadeiro era Samuel Langhorne Clemens) nasceu em Florida, Missouri, a 30 de novembro de 1835 e faleceu em Redding, Connecticut, 21 de abril de 1910. Entre as suas obras mais conhecidas destacam-se As Aventuras de Tom Sawyer (1876), na qual se inspira o Doodle, e o subsequente As Aventuras de Huckleberry Finn (1885).

domingo, 27 de novembro de 2011

O Fado é de todos e do mundo inteiro

O Comité Internacional da UNESCO, constituído por 24 países, anunciou,hoje, em Bali, na Indonésia, o Fado como Património Imaterial da Humanidade.
Foi este o vídeo que serviu para apresentar a candidatura deste "emblema da nossa cultura e do nosso talento", como o descreve o secretário de Estado da C
ultura. O fado, o fado que une todos os portugueses, o fado que não tem tradução, o fado que encanta os turistas, o fado que nos leva por todo o mundo, o fado que é fado, agora é também Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Fado: "Intangible Heritage of Humanity"
‎"O património cultural imaterial, transmitido de geração em geração, é permanentemente recriado pelas comunidades e grupos em função do seu meio, da sua interacção com a natureza e a sua história, proporcionando-lhes um sentimento de identidade e de continuidade, contribuindo assim para promover o respeito pela diversidade cultural e a criatividade humana"
Convenção para a Salvaguarda do Património Imaterial da Humanidade, UNESCO, 2003 (Artº 2, alínea 1)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Marquesa de Alorna

"Marquesa de Alorna. Do cativeiro em Chelas à corte de Viena" é o título do primeiro romance histórico de Maria João Lopo de Carvalho, autora de cerca de 50 títulos, entre romances, livros infanto-juvenis e contos.
A marquesa de Alorna, que literariamente assinava como Alcipe, sempre fascinou Maria João Lopo de Carvalho que decidiu escrever a sua história, num romance que traz a lume algumas cartas inéditas da poetisa.

A obra, editada pela Oficina do Livro, tem cerca de 700 páginas. «É um trabalho de peso», comentou a autora, que desde menina se sente fascinada pela figura de D. Leonor de Almeida Portugal, até pelo facto de viver numa das quintas que pertenceu à marquesa.

O projecto levou precisamente um ano a redigir, depois de uma «investigação de anos» que a escritora fez para se colocar ao corrente do quotidiano de transição do século XVIII para o XIX, o período que a marquesa viveu, e também para ler parte da sua correspondência. A autora escolheu as cartas que «dizem mais respeito ao quotidiano» da marquesa e «à vida familiar», e optou por as editar «para melhor perceberem aquela linguagem muito marcante do século XVIII», justificou.

«Do que há na Torre Tombo, um espólio de mais de 170 pastas, eu li cerca de 10 por cento, há ainda muito para descobrir. Aproveitei para editar cartas que estavam inéditas. Ao fim de algum tempo, depois das dificuldades iniciais, já conhecia a caligrafia da marquesa onde quer que a encontrasse», disse.

Convite

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A Perspectiva das Coisas

Cézanne, Picasso, Dalí, Braque, Matisse, Duchamp, Amadeo de Souza-Cardoso, Vieira da Silva: eis alguns dos setenta nomes presentes na segunda parte da exposição A Perspectiva das Coisas - A Natureza-Morta na Europa da Fundação Calouste Gulbenkian. Levamo-lo numa visita guiada pelo maior projeto expositivo alguma vez realizado pela Fundação Gulbenkian, uma mostra que levou quatro anos a preparar e que envolve 93 obras provenientes de 37 entidades de 11 países.
Neil Cox, o comissário científico, Maria Rosa Figueiredo, a comissária executiva, e o crítico de arte Rui-Mário Gonçalves foram os guias numa viagem inesquecível pelo melhor da arte ocidental dos séculos XIX e XX, no programa "Câmara Clara" de 6 de novembro.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011


144º aniversário de Madame Curie no ano internacional da química.

Marie Curie, nome assumido após o casamento por Maria Skłodowska, (Varsóvia, 7 de Novembro de 1867 — Sallanches, 4 de Julho de 1934) foi uma cientista polonesa que exerceu a sua actividade profissional na França.
Foi a primeira pessoa a ser laureada duas vezes com um Prémio Nobel, de Física, em 1903 (dividido com seu marido, Pierre Curie, e Becquerel) pelas suas descobertas no campo da radioatividade (que naquela altura era ainda um fenómeno pouco conhecido) e com o Nobel de Química de 1911 pela descoberta dos elementos químicos rádio e polônio.