Lisboa, 09 ago (Lusa) - Para o escritor Urbano Tavares Rodrigues, que morreu hoje aos 89 anos, a escrita era "absolutamente vital, era uma forma de respirar, era uma forma de viver", afirmou à agência Lusa o autor José Luís Peixoto.
"É o desaparecimento de uma pessoa que era muito minha amiga. É o desaparecimento de um amigo que, para lá da amizade, sempre admirei muito como escritor, ainda desde um tempo em que não imaginava que o viesse a conhecer", afirmou o escritor.
Urbano Tavares Rodrigues, autor de muitos romances e crónicas, é um dos nomes mais importantes das letras portuguesas da segunda metade do século XX em Portugal, deixa uma extensa obra de ficção e ensaio, da qual fazem parte "A Noite Roxa", "Os Insubmissos", "Imitação da Felicidade", "O Supremo Interdito" ou "Nunca Diremos Quem Sois, A Estação Dourada".
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