quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Feira do Livro
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Improviso para futurar...
Hoje, 9 de Dezembro, como homenagem muito especial ao professor Ademar , elegemos um improviso publicado no abnóxio em 2009.
Nasci hoje outra vez
e já não caibo no berço
apenas sei gritar ainda
para que todos me ouçam
quando as luzes se apagam
e já nem a lua me aconchega
no altar da eternidade
nenhum espelho
conta as viagens que ainda farei
nenhuma memória
hoje dou-me lírios apenas
e rosas também
apenas para que saibas
que já não caibo no berço
onde me adormeces.
Ademar
09.12.2009

Ademar Ferreira dos Santos
(Braga, 9 Dezembro 1952 /22 Maio 2010)
Nasci hoje outra vez
e já não caibo no berço
apenas sei gritar ainda
para que todos me ouçam
quando as luzes se apagam
e já nem a lua me aconchega
no altar da eternidade
nenhum espelho
conta as viagens que ainda farei
nenhuma memória
hoje dou-me lírios apenas
e rosas também
apenas para que saibas
que já não caibo no berço
onde me adormeces.
Ademar
09.12.2009

Ademar Ferreira dos Santos
(Braga, 9 Dezembro 1952 /22 Maio 2010)
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
"Escrevo sem lápis e de livro cerrado"
Pedro Duarte, aluno da ESCCB em 2009/2010 (12ºA), acaba de publicar o seu primeiro livro de poesia - "Momentos inutilmente sãos". No dia 10 de Dezembro pelas 21.30h é feito o lançamento no auditório da Escola seguido de uma sessão de autógrafos e de um porto de honra.

“Todas as páginas têm o potencial de se apagar, ou de se manterem apagadas, até as lermos.” Pedro Duarte

“Todas as páginas têm o potencial de se apagar, ou de se manterem apagadas, até as lermos.” Pedro Duarte
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Loredano das Letras
DAS LETRAS - Retratos Literários
Loredano Cássio dinamizou, nos dias 29 e 30 de Novembro, workshops de caricatura para as turmas de Artes.
Os desenhos de Loredano Cássio ocupam, desde os meados da década de 1970, as primeiras páginas da imprensa internacional, com particular destaque nos cadernos dedicados à cultura.
A força dos desenhos de Loredano equivale a sua capacidade de fazer ver antes de ler e, assim, sugerir sentidos subliminares ao leitor. A caricatura obriga o olhar a perceber no rosto o que não está nele, mas que passa a ser percebido uma vez realizado o desenho, aderindo implacavelmente à fisionomia do retratado. Alguns “desenhos” de Loredano são definitivos, concebem um olhar e servem como uma espécie de cânone visual para futuros desenhistas.
A exposição patente na Casa-Museu Camilo, mostra mais de uma centena de retratos de escritores de todo o mundo, bem ilustrativos da qualidade do trabalho de um dos mais prestigiados caricaturistas do Brasil e da América do Sul.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Texturas de Outono
Se deste OUTONO uma folha,
apenas uma, se desprendesse
da sua cabeleira ruiva,
sonolenta,
e sobre ela a mão
com o azul do ar escrevesse
um nome, somente um nome,
seria o mais aéreo
de quantos tem a terra,
a terra quente e tão avara
de alegria.
Eugénio de Andrade

A Biblioteca, em colaboração com o Clube Diário Gráfico, dinamizou o workshop “Texturas de Outono".
sábado, 20 de novembro de 2010
para uma escola ...
Com o objectivo de estabelecer um projecto de cooperação com escolas da Guiné-Bissau, a ESCCB vai promover campanhas de recolha de material escolar e de livros.
Esta campanha termina no dia 10 de Dezembro com uma sessão de informação sobre o projecto “Na rota dos povos” e com a entrega formal dos materiais recolhidos para posteriormente serem entregues numa escola Guineense (de Catió, Mansôa e Bissau).
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sábado, 13 de novembro de 2010
Sabores de Outono
8 a 12 de Novembro
Exposição informativa sobre frutos de outono, patenteando a realidade e apresentando demonstrações artísticas, científicas e históricas (recursos bibliográficos e imagéticos).
Com a contribuição de professores da Escola, os sabores foram também contemplados, mediante a degustação de compotas,conservas e tisanas.
Para memória dos sabores e das palavras, foram seleccionados poemas de autores da lusofonia alusivos a toda a temática outonal que, registados em postais, foram distribuídos aos utentes da biblioteca.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Ouvimos,lemos e partilhamos ... homenagem ao Professor Ademar
"Ademar
As seis mesas estavam juntas ao centro da sala; um gravador em cima de uma delas. Um homem grande, com uma barba farfalhuda, branca, com as mãos pesadas sobre CDs e pequeninas folhas de papel cortadas.2
Ia alternando o seu olhar, com os seus óculos de ver descaídos ao fundo do nariz, entre a porta escancarada e as suas mãos agora entrelaçadas em cima dos cotovelos pousados; os alunos iam escolhendo os lugares à sua volta.
A tarde era ainda uma quente tarde de Setembro.
“Estão todos?”. Estávamos. “Quem está aqui que quer ter aulas, que faça o favor de sair por aquela porta!”. O quê?!
Todos nos entreolhámos. Mas que raio…?!
Eu já tinha ouvido falar do Professor Ademar. Fora do convencional, bastante…
Dirigiu-se ao quadro: “Eu sou o professor Ademar, mais conhecido por “Pai Natal”. Quem quiser saber mais sobre mim que vá à wikipédia e que procure por “Ademar Santos”.” Rimo-nos. Já sabíamos que o tratavam assim na escola, mas nunca nos passou pela cabeça que brincasse com isso. Wikipédia? Como?
“Vamos agora tratar das vossas apresentações.”
Nunca me esqueci. Para ele não éramos apenas um nome, não éramos apenas um número ou uma fotografia no livro de ponto. “António Luís. Quem é o António?”, “Sou eu, professor.”, “Sim, mas quem é o António?”. E um depois do outro, falou de si.
“Eu começo todas as minhas aulas com um pouco de música, seguida de um pouco de literatura e depois, claro, um pouco de Direito porque é para isso que me pagam.”
De novo, rimo-nos.
Ouvimos a primeira de muitas faixas que iríamos ouvir ao longo do ano; lemos o primeiro de muitos poemas que nos iriam alimentar o olhar.
No inicio não entendemos onde queria ele chegar com aquelas aulas de “Direito”. O que iríamos aprender além de cultura geral? Arriscámos, resolvemos esperar para ver.
Ao longo do tempo fomos entendendo que as bases mais rudimentares que nos podiam ser dadas eram o ponto de partida para investigarmos por nós próprios, para nos adaptarmos ao facto de nada na vida cair do céu. Os nossos trabalhos eram “guiados” por filmes, por alguns artigos dos livros de Direito ou outros artigos de revistas e jornais, por conversas que tínhamos, por factos históricos que nos eram narrados… pela sua música, pelos seus poemas. Por tudo aquilo que nunca pensámos.
E aprendemos. Aprendemos muito mais do que alguma vez poderíamos acreditar no inicio daquele ano. Ele sabia como nos cativar, como nos ensinar, como chamar a nossa atenção.
Deu-nos um bocadinho de si próprio, um bocadinho do mundo… e até mesmo um bocadinho de nós.
E tínhamos ainda tanto para aprender, tanto ainda para perguntar. Tantas outras coisas para partilhar, para discutir.
Tanta saudade que vai deixar, tanta falta que vai fazer."
Alunos da Disciplina de Direito, 12ºH/I
As seis mesas estavam juntas ao centro da sala; um gravador em cima de uma delas. Um homem grande, com uma barba farfalhuda, branca, com as mãos pesadas sobre CDs e pequeninas folhas de papel cortadas.2
Ia alternando o seu olhar, com os seus óculos de ver descaídos ao fundo do nariz, entre a porta escancarada e as suas mãos agora entrelaçadas em cima dos cotovelos pousados; os alunos iam escolhendo os lugares à sua volta.
A tarde era ainda uma quente tarde de Setembro.
“Estão todos?”. Estávamos. “Quem está aqui que quer ter aulas, que faça o favor de sair por aquela porta!”. O quê?!
Todos nos entreolhámos. Mas que raio…?!
Eu já tinha ouvido falar do Professor Ademar. Fora do convencional, bastante…
Dirigiu-se ao quadro: “Eu sou o professor Ademar, mais conhecido por “Pai Natal”. Quem quiser saber mais sobre mim que vá à wikipédia e que procure por “Ademar Santos”.” Rimo-nos. Já sabíamos que o tratavam assim na escola, mas nunca nos passou pela cabeça que brincasse com isso. Wikipédia? Como?
“Vamos agora tratar das vossas apresentações.”
Nunca me esqueci. Para ele não éramos apenas um nome, não éramos apenas um número ou uma fotografia no livro de ponto. “António Luís. Quem é o António?”, “Sou eu, professor.”, “Sim, mas quem é o António?”. E um depois do outro, falou de si.
“Eu começo todas as minhas aulas com um pouco de música, seguida de um pouco de literatura e depois, claro, um pouco de Direito porque é para isso que me pagam.”
De novo, rimo-nos.
Ouvimos a primeira de muitas faixas que iríamos ouvir ao longo do ano; lemos o primeiro de muitos poemas que nos iriam alimentar o olhar.
No inicio não entendemos onde queria ele chegar com aquelas aulas de “Direito”. O que iríamos aprender além de cultura geral? Arriscámos, resolvemos esperar para ver.
Ao longo do tempo fomos entendendo que as bases mais rudimentares que nos podiam ser dadas eram o ponto de partida para investigarmos por nós próprios, para nos adaptarmos ao facto de nada na vida cair do céu. Os nossos trabalhos eram “guiados” por filmes, por alguns artigos dos livros de Direito ou outros artigos de revistas e jornais, por conversas que tínhamos, por factos históricos que nos eram narrados… pela sua música, pelos seus poemas. Por tudo aquilo que nunca pensámos.
E aprendemos. Aprendemos muito mais do que alguma vez poderíamos acreditar no inicio daquele ano. Ele sabia como nos cativar, como nos ensinar, como chamar a nossa atenção.
Deu-nos um bocadinho de si próprio, um bocadinho do mundo… e até mesmo um bocadinho de nós.
E tínhamos ainda tanto para aprender, tanto ainda para perguntar. Tantas outras coisas para partilhar, para discutir.
Tanta saudade que vai deixar, tanta falta que vai fazer."
Alunos da Disciplina de Direito, 12ºH/I
sábado, 3 de julho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Ouvir,Ler e partilhar ...
A turma de Direito do 12ºH e I, em homenagem ao Professor Ademar, promovem um encontro no dia 2 de Julho pelas 21 horas na Biblioteca da Escola. Pretendem "recriar" o ritual das aulas de Direito e partilhar ... as suas vivências com amigos e familiares do Professor.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
A natureza na Biblioteca

Conjugando o dia mundial da árvore e da floresta com o da poesia, a Biblioteca da ESCCB constituirá um lugar de encontro de palavras, saberes e sabores...
domingo, 14 de março de 2010
1ª semana concelhia da leitura
O Grupo de Trabalho das Bibliotecas de Vila Nova de Famalicão organiza, pela primeira vez, a Semana da Leitura. Esta iniciativa decorreu entre 1 e 5 de Março e contou com a participação de 28 bibliotecas do concelho. O grande objectivo desta iniciativa é fazer leitores.
Na sessão de abertura,que decorreu no dia 1 de Março pelas 15 horas na Biblioteca Municipal, esteve presente uma turma de Línguas e Humanidades da ESCCB. No final houve uma sessão o escritor Jacinto Lucas Pires.

Estava patente uma exposição "uma biblioteca,uma história", subordinada à "Leitura". A BE da ESCCB participou com a História de uma aluna do 8ºano.
Na ESCCB, o dia 3 de Março foi dedicado à leitura de excertos do livro " O rapaz de pijama às riscas" nas turmas do ensino básico. A actividade contou com a participação da companhia "O Andaime" e o opoio técnico dos alunos do Curso Profissional de AudioVisuais.
Na sessão de abertura,que decorreu no dia 1 de Março pelas 15 horas na Biblioteca Municipal, esteve presente uma turma de Línguas e Humanidades da ESCCB. No final houve uma sessão o escritor Jacinto Lucas Pires.

Estava patente uma exposição "uma biblioteca,uma história", subordinada à "Leitura". A BE da ESCCB participou com a História de uma aluna do 8ºano.
Na ESCCB, o dia 3 de Março foi dedicado à leitura de excertos do livro " O rapaz de pijama às riscas" nas turmas do ensino básico. A actividade contou com a participação da companhia "O Andaime" e o opoio técnico dos alunos do Curso Profissional de AudioVisuais.
sábado, 6 de março de 2010
Leituras à solta
As palavras do livro "O rapaz do pijama às riscas", transmitidas pela companhia "O andaime", andaram à solta, de sala em sala, e emocionaram todos quantos as ouviram.
sexta-feira, 5 de março de 2010
O livro em viagem
Na semana da leitura, o livro "O rapaz do pijama às riscas",viajou de sala em sala pela voz da Elda e da Daniela, elementos da companhia de teatro da ESCCB "O Andaime". A viagem foi registada pela turma do Curso Técnico Profissional de Audiovisuais(11J) e o resultado foi:
quarta-feira, 3 de março de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Geração Móvel e Desafios:Segurança na Internet
Associando-se às comemorações do Dia Europeu da Internet Segura, a DREN propôs às Escolas o desafio de dar continuidade e desenvolver uma narrativa a partir de casos concretos, em que está implícita uma situação eventualmente insegura. Os alunos do 11º L escolheram a História 5, que se intitula: "Que chato!”.
o desafio ...
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Como homenagem ao patrono da nossa Escola, a Biblioteca e o Projecto Ex-Libris propõem a todos os membros da comunidade escolar a transcrição integral manuscrita da obra camiliana “Amor de Perdição”. Para além de prestar tributo ao escritor, pretende-se, ainda, com esta acção, reforçar os laços de identidade e despertar o interesse para a leitura da vasta produção de Camilo Castelo Branco.Pede-se, desde já, a colaboração de toda a comunidade escolar, mediante a transcrição de algumas linhas do texto original para as folhas que se encontram disponíveis na Biblioteca da Escola.O produto final será encadernado e exposto, em local de honra, preferencialmente na semana do patrono.
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